
Liderança em Tempos de Incerteza.
14/04/2026O etarismo nas organizações ainda é um tema pouco discutido de forma aberta, mas profundamente presente.
Em um mercado que valoriza velocidade, inovação e transformação digital, criou-se uma narrativa perigosa: a de que experiência pode significar obsolescência.
Mas essa leitura não se sustenta diante da realidade atual.
O paradoxo do mercado atual
Vivemos um cenário marcado por:
• alta complexidade
• mudanças constantes
• pressão por resultados sustentáveis
• necessidade de decisões rápidas e bem fundamentadas
Nesse contexto, o que mais se exige não é apenas atualização técnica.
É capacidade de leitura de cenário, repertório e consistência, competências construídas ao longo do tempo.
O verdadeiro valor da experiência
Profissionais mais experientes trazem atributos essenciais para o ambiente corporativo:
• visão sistêmica
• pensamento crítico mais estruturado
• menor reatividade emocional
• capacidade de construir relações de confiança
• leitura mais sofisticada de risco
Essas competências não substituem a inovação.
Elas sustentam a inovação.
O risco estratégico do etarismo
Ignorar ou subutilizar profissionais experientes não é apenas uma questão de diversidade. É uma decisão estratégica equivocada.
Empresas que não integram diferentes gerações perdem:
• qualidade de decisão
• consistência na execução
• capacidade de aprendizado organizacional
Uma mudança necessária
O futuro do trabalho não é sobre escolher entre juventude ou experiência. É sobre integrar competências.
E isso exige uma mudança de mentalidade tanto das organizações quanto dos próprios profissionais.
Esse é um tema que vem ganhando cada vez mais espaço nas minhas conversas com líderes e empresas. Como você percebe essa realidade no seu contexto?
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Leia um outro artigo do mesmo tema acessando: https://www.denisemoraes.com.br/2026/01/26/a-potencia-dos-profissionais-50/ Deixe seus comentários.






